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Criptomoedas: guia essencial para entender esse mercado

26 de dezembro de 2025
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As criptomoedas deixaram de ser apenas um assunto recorrente no mercado financeiro e passaram a chamar atenção pela forma como circulam capital, liquidez e expectativas em escala global. Além disso, a velocidade com que esse mercado se expandiu transformou criptoativos em um tema que desperta curiosidade, debate e análise entre investidores atentos a novas dinâmicas de alocação. Nesse contexto, compreender como as criptomoedas se inserem no cenário financeiro atual ajuda a avaliar seu papel dentro de estratégias mais sofisticadas, sem exageros ou simplificações. 


O que são criptomoedas?

Primeiramente, as criptomoedas funcionam como ativos digitais criados por meio de tecnologia criptográfica. Diferente das moedas tradicionais, elas não dependem de bancos centrais ou governos para existir. Além disso, esses ativos operam em redes descentralizadas, nas quais os próprios participantes validam as transações. Dessa forma, a validação ocorre diretamente na rede, com registros públicos e verificáveis por qualquer participante. Assim, as criptomoedas se caracterizam como instrumentos digitais que combinam tecnologia, economia e segurança matemática.


Como funciona a tecnologia por trás das criptomoedas


Blockchain e descentralização

A tecnologia blockchain sustenta o funcionamento das criptomoedas. Essa estrutura organiza as transações em blocos encadeados, o que torna alterações retroativas nos registros altamente improváveis. Além disso, cada bloco validado se conecta ao anterior, formando uma cadeia pública e auditável. Como resultado, a rede oferece transparência e rastreabilidade das informações. Portanto, o blockchain atua como um livro-caixa distribuído que reforça a confiança no sistema.


Mineração e validação das transações

Além disso, o processo de validação assegura o funcionamento da rede. Em algumas criptomoedas, como o Bitcoin, a mineração valida transações por meio da prova de trabalho, que exige elevado poder computacional. Em outros casos, a rede adota a prova de participação, na qual validadores selecionados, com base na quantidade de ativos alocados, participam da validação. Dessa maneira, o sistema mantém a segurança e previne o gasto duplo. Assim, cada transação passa por verificação coletiva antes de integrar o histórico da rede.


Principais tipos de criptomoedas


Bitcoin

O Bitcoin surgiu como a primeira criptomoeda do mercado. Além disso, ele se consolidou como referência do setor em razão da oferta limitada e do elevado grau de descentralização. Dessa forma, parte relevante do mercado passou a associar o Bitcoin à ideia de reserva digital de valor. Assim, ele ocupa papel central no ecossistema cripto.


Altcoins

Por outro lado, o mercado abriga milhares de outras criptomoedas, conhecidas como altcoins. Além disso, projetos como o Ethereum expandiram o uso da tecnologia ao viabilizar contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. Dessa maneira, essas moedas exercem funções que vão além da simples transferência de valor. Assim, o investidor encontra propostas com diferentes objetivos, graus de maturidade e níveis de risco.


Stablecoins

Da mesma forma, as stablecoins surgiram com o objetivo de reduzir a volatilidade típica das criptomoedas. Além disso, esses ativos utilizam diferentes mecanismos de referência, que podem envolver moedas fiduciárias, outros ativos ou estruturas. Como resultado, tendem a apresentar oscilações mais controladas em comparação às demais criptos. Portanto, muitos participantes utilizam stablecoins como meio de troca ou reserva temporária no mercado digital.


Quais são os riscos ao investir em criptomoedas?

No entanto, as criptomoedas envolvem riscos relevantes que exigem atenção. Primeiramente, a alta volatilidade pode gerar oscilações expressivas em curtos períodos. Além disso, o ambiente regulatório ainda passa por ajustes, o que cria incertezas jurídicas. Soma-se a isso o risco tecnológico, que inclui falhas operacionais, ataques cibernéticos e perda de acesso às chaves digitais. Por esse motivo, órgãos como a CVM e o Banco Central reforçam que esses ativos não possuem garantias institucionais. Portanto, o investidor precisa avaliar cuidadosamente esses fatores antes de qualquer alocação.


Criptomoedas fazem sentido para todo investidor?

As criptomoedas não atendem todos os perfis de investidor. Geralmente, esses ativos se alinham mais a perfis com maior tolerância ao risco e horizonte de longo prazo. Além disso, a exposição tende a ocorrer de forma limitada e complementar, sem assumir papel central na carteira. Dessa maneira, a diversificação reduz impactos negativos em cenários adversos. Logo, o alinhamento entre objetivos financeiros e nível de risco se mostra essencial nesse tipo de decisão.


Conclusão

Por fim, as criptomoedas representam uma inovação relevante no sistema financeiro global, mas exigem conhecimento, disciplina e cautela. Além disso, o entendimento da tecnologia, dos riscos e do contexto regulatório fortalece decisões mais responsáveis. Dessa forma, o investidor evita abordagens impulsivas e expectativas irreais.


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